Tela do Xiaomi Mi A3 é muito frágil e ninguém está podendo consertá-la; entenda

Já faz quase um ano que a Xiaomi lançou o smartphone Mi A3. Entretanto, o aparelho continua em evidência tanto pela sua popularidade quanto pelos problema do pós venda relacionado a troca do display que aterrorizam alguns usuários.

Em dezembro o Uanderson havia compartilhado um vídeo no qual relatava os danos causados ao display do aparelho com uma queda simples, mesmo estando com a sua case protetora.

Após essa queda, o celular parou de exibir os conteúdos que deveriam ser exibidos no visor, ficando sempre com a tela preta, mesmo com outras funções em pleno funcionamento.

Por ser algo de diagnóstico fácil, espera-se que a troca da tela seja o valor padrão para aparelhos dessa faixa de preço, entre R$200 e R$300. Porém, não é o que acontece com esse intermediário, que pode ter o seu conserto estimado em cerca de R$ 700,00 . Para se ter uma ideia, no Paraguay um display novo do Mi A3 custa cerca de 150 dólares e um celular novo cerca de 170 dólares.

Isso se deve ao fato dele ter o leitor de digitais sob a tela, algo que garante uma inovação na biometria, mas influencia diretamente na precificação de futuros consertos do celular.

Recentemente um seguidor do “Meu Smartphone” teve o mesmo problema, mas não informou se foi causado após uma queda ou se simplesmente o dano ocorreu do nada.

Segundo William, a tela não acende, mas ele recebe ligações e ouve até o despertador normalmente. O técnico informou que o conserto custaria R$1.000 , ou seja, o valor de um novo em sites dentro e fora do país.

Tendo em vista esses valores, fica perceptível que o Xiaomi Mi A3 com tanta tecnologia foi um “tiro no pé” da chinesa, que atualmente nem mesmo o update para o Android 10 realizou. Então, caso venham outras gerações do modelo, é bom ficar atento a esses recursos para não ter dores de cabeça.

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